A quase morte do Pedro


A historia pertence a Juliana Colaço do blog http://julianacolacocordeiro.blogspot.com/

Entrem ai, tem outras historias boas...


Um certo dia eu fui posar na casa da minha prima Cristina, e foi exatamente nesse dia que aconteceu a "quase morte do Pedro". Mas afinal quem era o Pedro? Bom Pedro era nada mais nada menos que um peixinho de estimação, da minha prima e do filho dela o Marllus, que cuidavam e amavam tanto esse peixinho a ponto de deixarem o ele e seu belo aquário na minha casa para eu cuidar quando saiam para viajar. Mas voltando a história, no dia em que eu fui posar na casa da minha prima, eu tenho mania de largar o celular na estante, e foi exatamente o que eu fiz, larguei o meu celular ao lado do aquário onde estava o Pedro. Lá pelas tantas, o celular tocou e eu a mais desesperada ao invéz de levantar e se aproximar da estante, fui querer alcançar o celular (do sofá onde eu estava) só com uma mão me apoiando exatamente na prateleira onde estava o celular(e claro o aquário) e nesse momento para a minha surpresa e surpresa da minha prima advinha??? Essa prateleira estava com um pino (que a sustentava) a menos e foi justamente onde não tinha pino que eu me apoiei... imagina a cena virou a tábua (da prateleira) junto com celular aquário e tudo mais. Nesse momento o que mais me chocou foi a minha prima gritando meuuuuu peixeeeeeeee. E o pior... o Marllus filho dela que na época deveria ter uns 5 a 6 anos aparece com os olhos cheios de lágrimas gritando.... "mãe o que aconteceu com o Pedro"??? Aí meu Deus imagina a minha situação... e o coitado do Pedro estava lá quase morto, com um monte de pedras, cacos de vidro do aquário em cima dele.... nesse momento eu falei aí eu matei o seu peixe.... ela quase chorando me sai correndo para a cozinha pega a primeira colher que encontra e leva o Pedro para a cozinha, pega o mais rápido possível um copo coloca água do filtro e coloca o Pedro dentro. Para minha sorte nesse momento o Pedro volta a nadar e aí mais uma vez ele quase morre pela segunda vez, quando a Cristina "afobada com a situação" vai tomar um copo com água para se acalmar e sem querer QUASE BEBE O PEDRO...kkkk. Só quando ela se tocou o q estava fazendo q largou o copo...kkkk dessa vez nem iria ser culpa minha...hahaha E assim o Pedro para minha sorte sobreviveu... claro que eu tive que comprar um aquário novo, mais isso foi o de mais pois no final e até hoje essa história só faz a gente dar risada. Ah outra coisa importante.... o Pedro viveu por mais não sei quanto tempo e um dia morreu mas os dois (a Cris e o Marllus) nem sofreram tanto...rs.

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Recados

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Caca de umbigo

Tive uma pré-aborrecencia bem comum, fiz de quase tudo, o que eu mais gostava de fazer era reunir os amigos na minha casa, agente fazia campeonato de vídeo game, partidas intermináveis de banco imobiliário, montávamos quebra-cabeças, conversávamos e discutíamos sobre tudo, mas a nossa principal fonte de diversão era o concurso de porquisse.
O concurso de porquisse se baseava em quem fazia determinada coisa mais porcamente, tinha o concurso do peido mais fedorento, pum mais barulhento, o chule mais azedo... mas teve uma vez, que decidimos fazer o concurso “porco dos porcos”, ganharia a coroa quem fizesse a coisa mais porca, ao estilo Jackass...(olha que naquela época a coisa mais parecida com Jackass, era as brincadeiras do Serginho Malandro).
O Ronaldo foi quem começou o concurso do “Rei dos porcos”, ele disse que agüentava um peido na cara, a queima roupa e com a boca aberta. Ele fez uma preparação, o Marcos chegou a bunda bem perto da cara dele, quase encostando, e soltou um peito daqueles...
- Eca, eu senti o gosto do pum dele!!! (disse o Ronaldo fazendo cara de nojo)
“todos caíram na maior gargalhada.”
Agente mal agüentava os peidos do Marcos de longe, a queima roupa então, vixiii, tinha que ter coragem.
Um mastigou a meia (que tava meia limpa e sem chule), outro cuspiu para cima e engoliu o cuspe de novo... a cada porquisse agente ficava espantado ou caia na risada. O tio Gogo ouvindo a bagunça foi dar uma conferida naquilo que estávamos fazendo.
O tio Gogo era muito do brincalhão, quando ele viu a brincadeira decidiu entrar. O tio Gogo tinha a “aparência de um tio fanfarrão”, gordinho, com cara de neném, risonho e sempre sorridente, não havia quem não gostasse do tio Gogo.
Tio Gogo pediu silencio e começou a falar:
- Seguinte mulecada (disse em tom de discurso), vou mostrar algo que estou “cultivando” a muito tempo...
Ele ergueu a camisa, deixando a mostra a enorme pança branca, enfiou o dedo no umbigo e catucou, catucou, catucouuuu e catucou mais um pouco, então ele ticou uma massinha amarelada do umbigo que fedia chule, aquele negocio fedia muito, se eu estava longe sentia o cheiro imagine de perto. Mas ele não parou por ai, deopis de mostrar a massinha amarela para todos e de ver a cara de nojo da gente, ele comeu aquele negocio, não teve um que ficasse ali, eu sai correndo direto para o banheiro com enjôo.
Nesse dia o tio Gogo ganhou o nosso titulo de rei dos porcos! E ninguém ousou tentar retirar esse titulo dele...

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