Carequinha


A minha prima Isabela, tinha o sonho de fazer uma tal de “escova progressiva” no cabelo dela, apesar do cabelo dela ser liso ela o queria mais liso ainda, por mais que as pessoas falassem para ela que o cabelo dela já era liso, ela dizia o sonho dela era ter cabelos de índio, quando esse causo aconteceu a escova progressiva tinha acabado de surgir e por isso era meio cara (meio não, inteiramente cara), e por ser cara,minha prima teve que ficar dias e mais dias enchendo os bagos do pai a da mãe dela, para que pudesse ganhar aquela maldita escova. Pouco antes de fazer aniversario a minha prima acabou convencendo os pais dela de pagar a escova para ela, seria como um presente de aniversario para a Isabela, toda empolgada logo ela marcou com a cabeleireira para a semana que vem a escova definitiva.
No dia marcado ela inventou de me arrastar junto para o cabeleireiro:
- Vamos comigo João!!! Por favor!!!!
- Mas por que eu?
- Porque você era oque mais dizia que eu não precisava de alisar meu cabelo!!! Eu quero que você veja a minha transformação!!! Daí você já aproveita e me da uma carona no seu carro ate o cabeleireiro!!!
- Mas não precisa mesmo!!! Já é liso!!! E eu não vou não, eu sei que vai ficar do mesmo jeito, já que seu cabelo já é liso!!!
- Seguinte!!! Se você não for, eu ter vou mostrar aquela foto constrangedora sua, que eu tirei na páscoa!!!
Depois de apelar a chantagem baixa, ela acabou me convencendo a ir acompanhar ela (na verdade eu acho que ela tava afim mesmo de pegar uma carona no meu carro). Emburrado eu levei ela para o cabeleireiro, no entanto ela estava toda entusiasmada, tanto que quando ela chegou na cabeleireira dela, ela foi logo sentando na cadeira, sem se importar se havia alguém na frente dela, já eu sentei num canto e fiquei folhando umas revistas velhas de corte de cabelo.
A cabeleireira veio lavo o cabelo da Isabela, depois ela passo monte de porcaria na cabeça da Isabela, mexeu, mexeu e mexeu mais um pouco, e deixou lá, daí ela voltou e mexeu, mexeu, mexeu e disse para que a Isabela deixasse aquilo fazer efeito e foi fazer outras tarefas. Depois de um tempo eu comecei a perceber uma certa fumassinha saindo da cabeça dela, achei aquilo estranho e perguntei:
- Isabela tem certeza que esse negocio é seguro? Ta saindo uma fumaça da sua cabeça!!!
- Claro bobão que isso é seguro, isso deve ser normal!!!
“Bom ela sabe o que ela esta fazendo”(pensei comigo mesmo), e voltei a ver as revista velhas e esbagaçadas, quando eu terminei de ver as revistas velhas e esbagaçadas, eu dei uma olhada na Isabela, daí eu reparei numa coisinha bem peculiar e estranha, uma pequena careca atrás da cabeça dela, “engraçado não sabia que ela tinha um furo no meio do cabelo dela, bom eu acho que eu vou ate o carro, pegar a minha maquina fotográfica e vou tirar uma foto da carequinha dela, para depois tirar com a cara dela”(pensei comigo mesmo). Fui ate o carro, peguei a minha maquina fotográfica, voltei e tirei escondido uma foto da carequinha dela, só que eu percebi que a carequinha dela estava maior, achei aquilo muito estranho e continuei olhando para ela, derrepente eu me assustei ao ver um tufo de cabelo cair da cabeça dela, olhei assustado para o chão e vi mais um par de tufo de cabelo, vendo aquilo eu falei para ela:
- Isabela seu cabelo ta caindo!!
- Eeeerrrr cabelo não cai assim do nada!!!
- Mas o seu ta caindo do nada!!! Olha atrás de você tem, uns par de tufo de cabelo seu no chão!!!!
Ela virou para trás olhou para o chão e viu os tufos de cabelo dela caídos no chão, depois ela pego no cabelo que ainda estava na cabeça dela e puxou, daí saiu um monte de cabelo na mão dela, logo depois a Isabela começou a gritar igual a uma doida:
- socorrrroooooo o meu cabelo ta caindo, tirem essa porcarias de meu cabelo antes que todo ele caia, rápido lavem o meu cabelo!!!
Daí foi aquela correria dentro do salão para lavar o cabelo dela, foi o maior corre corre entre todas as cabeleireiras. Depois que terminaram de lavar o cabelo dela eu me assustei com o resultado, e antes de olhar para o espelho a Isabela me perguntou:
- E ai como eu estou???
- (daí eu dei a única resposta que alguém poderia dar para ela) olha! Eh! Bem! você esta careca!!!!
Quando ela se olhou no espelho e viu aquela baita careca, a muié ficou loca, ela pegou um tesoura e grito “eu vou acaba com o seu cabelo como você acabou com o meu sua vag*****” quando ela avançou para cima da mulher, eu logo a segurei e tirei a tesoura da mão dela antes que ela fizesse uma besteira, enquanto eu a segurava, ela gritava quenem uma condenada “sua ordinaria, corna, lazarente, put*, vag***”, derrepente ela escapou de mim e praticamente voou na cabeleireira, daí ela agarrou nos cabelos da cabeleireira e a cabeleireira acabou agarrando nos poucos tufos de cabelos que sobraram na Isabela, foi um trabalho desgramado para desgruda-las, mas com um pouco de jeito e mais uns tufos de cabelos que a cabeleireira arrancou, eu a mais duas funcionarias separamos as duas.
Tive que ter muita paciência para convencer a Isabela a voltar para casa, mas com um pouco de jeito, acabei levando ela de volta para a casa dela, antes de coloca-la no carro, eu coloquei o meu boné na cabeça dela por dois motivos, primeiro para deixa-la mais confortável e o segundo era que se eu não tivesse tampado a cabeça careca dela, eu ia acabar tendo um ataque de risos, já que ela tava parecendo o Homer Simpson com aqueles poucos tufos de cabelo na cabeça. A parte mais difícil dessa tragédia, foi ao chegamos na casa dela e a mãe dela perguntou “dexa eu ver seu lindo cabelo minha filha!!!”, daí a Isabela desabou no choro e foi correndo para o quarto dela, “- moleque danado!!!! O que você fez para ela???”(perguntou minha tia). Deu um trabalho enorme fazer a tia Leoni ficar quieta, para que eu pudesse explicar para ela o acontecido, quando eu consegui explicar o que havia acontecido, tia entrou em desespero e foi chorar junto com a Isabela no quarto, as duas só pararam de chorar quando o meu tio chegou do trabalho.
Apesar do trauma que a Isabela passou, já no outro dia ela já estava disposta de novo e desfilando com o eu novo corte de cabelo estilo “Ronaldinho”. No dia do aniversario dela, todos tiveram a idéia de trazer o mesmo presente para ela, apesar de ser de vários estilos, o presente era sempre o mesmo PERUCAS, depois desse dia ela fico com mais de 15 perucas para que ela pudesse esconder a carequinha dela ate que o cabelo dela crescesse de novo.

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Velha berradora


Tinha um senhora, que logo que se mudou para meu condomínio ganhou o singelo apelido de “velha berradora”, também ela fazia por merecer, ela falava tão alto que dava para escutar ela lá onde Judas perdeu as meias ( bem depois que ele perdeu as botas), as vezes era irônico, principalmente quando ela chorava ou ria, no dava para distinguir o choro dela da risada dela, isso porque quando ela tava rindo parecia que ela estava chorando, e quando ela estava chorando parecia que ela estava rindo.
Minha mãe (a sindica) começou a receber constantemente reclamações dos moradores do condomínio desde que a velha berradora se mudou para o condomínio, dizia-se que ate mesmo as pessoa que moravam em no outro lado do condomínio conseguiam ouvir a velha, a maioria das reclamações era que alem ouvir a velha de dia, muitas vezes eles tinham que ouvi-la de noite, minha mãe como sindica teve que fazer a única coisa que estava ao alcance dela naquele momento, foi falar com a bendita velha.
- O que a senhora sindica quer em meu apartamento?(disse a veia)
- Dona Josicleisa (como se chamava a maledeta), eu vim lhe entregar essa advertência ...
- Como é? (logo interrompeu a velha) advertência? Por que? Eu não fiz nada de errado?
- Senhora!!! Eu venho recebendo reclamações de seus vizinhos a vários dias, eles estão reclamando excesso de sua voz, não só durante o dia como também a noite.
- Mas tudo isso, só porque eu falo um “pouco” alto? (dizia a velha gritando) Isso é uma sacanagem, mais sacanagem é a senhora sindica besta, vir me incomodar por causa dessa besteira!
- Besteira?????(minha mãe fico nervosa e começou um belo barraco) besteira não!!! primeiro porque a senhora não fala um pouco alto e sim berra, berra tão alto que da para ouvir seus berros lá do outro lado do condomínio!!!
- E como a senhora sabe que eu berro tão alto assim?
- Simples!!! Porque eu moro no bloco 7, que fica lá do outro lado do condomínio, e ainda assim eu consigo escutar a senhora!!! E se a senhora não berrasse, as crianças não teriam colocado o apelido de “velha berradora” na senhora!!!!!
- VEIA BERRADORA!!! Saia daqui sua sindica lazarenta!!! E berradora é a sua mãe!!!!
Após esse dia o condomínio viro um campo de guerra, era o conjunto inteiro contra a veia berradora, minha mãe, no papel de sindica, vivia mandando multa para a veia, já a veia por sua vez, rasgava a multas e jogava pela a janela. Ate teve uns vizinhos que resolveram se manifestar, um dia eles colocaram uma faixa bem grande na portaria do condomínio que dizia “ CALA A BOCA VEIA!!!”, no outro dia foi a vez da veia berradora que decidiu se manifestar tambem, ela colocou uma faixa na portaria se continha a seguinte frase “ VEM FAZER EU CALAR!!!”. Um tempo depois que começou toda essa briga, eu acabei encontrando a empregada dela (´por acaso ela era uma moça bem bonita ) lendo um livro no bosque, decidi ir falar com ela (vai que rolava alguma coisa). Daí papo vai papo vem, e acabamos, não sei como, falando sobre a veia, quando a moça começou a falar da veia, o rosto dela fechou e da boca dela só surgiu reclamações:
- to cansada de ouvir aquela veia gritar no meu ouvido, também to cansada de ter que ficar obedecendo as ordens idiotas que aquela veia da, to cansada de ter que ouvir aquela veia dar sempre as mesmas ordens: “ Keila pega minha roupa que eu to saindo do banho”, “Keila trás uma toalha que eu esqueci de pegar uma”, “ Keila vem mudar de canal para mim”, “Keila cadê o meu remédio”, “Keila onde eu coloquei a minha agulha de tricô”, “Keila ta na hora de aplicar o supositório”,”Keila vem fazer mingau”...
Conversado mais um pouco com ela acabei descobrindo, que a velha morria de medo de rato, era a coisa que ela mais temia na vida era rato. Quando terminei de conversar com ela, eu fui e contei para minha mãe que a velha morria de medo de rato, por sua vez a minha mãe espalhou a historia para todo o condomínio. Mas não deu outra, passou uns dias e a velha encontrou um pacote de presente na porta da casa dela, toda animada ela foi e abriu o pacote, para azar dela, a caixa estava repletamente cheia de ratos de esgoto. Quando ela viu aquele monte de rato ela começou a gritar, gritar como nunca, a coitada entrou em um desespero tão grande que acabou pulando pela janela, só que havia um pequeno detalhe, ela morava no 5° andar. Eu não sei como mas por sorte dela, ela caiu em uma arvore que ficava ao lado da janela que ela pulou, algumas pessoas que viram ela caindo, dizem que ela fez uma curva no ar e foi direto para a arvore (e toda essa bagunça foi a inspiração para uma musica que a criançada do condomínio inventou: “a veia berradora tinha medo de rato, então por isso, alguém mandou uma caixa cheia de ratos, para dar um belo susto na veia, porem a veia tinha muito medo mesmo, e de tanto medo pulou pela janela, foi uma queda de cinco, mas a veia astuciosa mente fez uma curva no ar, e em cima de uma arvore ela caiu... mas oque será que aconteceu?, milagre, a cobra crio asa!!!, milagre, a cobra crio asa!!! apesar de toda estrepada a veia viveu, viveu o suficiente para rouba meu presente de natal!!!!”). ela saiu estrepada mesmo, uma perna quebrada, lesão no pescoço, e vários hematomas por todo o corpo, já a parte da musica que se refere a ela ter roubado os nossos presentes de natal, se deve ao fato de que todos os moradores tiveram que pagar uma gorada indenização para a veia, e isso foi bem no natal, mas apesar de tudo, a veia acabou indo embora e deixando o condomínio sossegado de novo.

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O gato possuido


Minha tia tinha um gato preto chamado Geremias, esse gato era o xodó dela, as vezes parecia que ela gostava mais do gato de que dos seus próprios filhos ou ate de si mesma. Um dia desses ela teve que dar uma saída e deixou eu e meu primo cuidando do gato. Na primeira hora e meia cuidamos bem do gato, no entanto ficamos intediados e para compensar o tédio nos começamos a brincar com o gato.
Jogávamos o gato deitado de diversas alturas em cima de um colchão para ver se ele caia de pé, depois pegamos o aspirador e aspiramos todo o gato, o engraçado é que quando o cano do aspirador encostava no gato, o aspirador chupava as pelancas do gato e o deixava parecido com o Sméagol do senhor dos anéis. Fizemos varias coisas com o gato, mas o mais legal foi quando fomos ate um pet que ficava ali perto compramos erva-do-gato e demos para o Geremias, para quem não sabe erva-do-gato é como uma maconha dos felinos, eles a comem e ficam doidões. Depois de um tempo, que o gato havia comido a ver, a ele ficou completamente doido, ele ficava correndo atrás do rabo que nem um doido, depois ele saia andando sem rumo (todo tonto) e só parava quando batia com a cabeça em algum lugar, mas o mais engraçado era que o gato miava como se estivesse bêbado. Ficamos vendo aquele gato fazendo loucuras e esquecemos de olhar no relógio, e quando menos esperávamos a tia voltou, quando ela viu o gato naquele estado ela entrou em desespero:
- O que e que vocês fizeram com o pobre gatinho? Seus malandros!!!
- Nada mãe (respondeu meu primo), ele ficou assim derrepente!!!
- É tia, de uma hora para outra ele ficou assim, grogue, talvez seje algo que ele comeu!!!
Por incrível que pareça ela acreditou naquela historia (afinal não estávamos mentindo, foi algo que ele comeu que o deixou assim, apenas omitimos alguns fatos) e levou o gato correndo para o veterinário. Depois de duas horas ela voltou em Companhia do padre, ela disse que o veterinário não achou nada e por isso na volta ela passou na igreja e trouxe um padre para benzer o gato. Enquanto o padre estava benzendo o gato e a casa, começou a chegar um monte de gente que veio ver o gato possuído, (pelo jeito quando ela levou o gato para o veterinário ela foi contando para todo mundo no caminho o que havia acontecido com o gato). Depois que o padre terminou de benzer o gato ele foi embora e depois dele veio um pastor, trazido por uma vizinha, que dizia que o gato estava endemoniado e encarnado e por duas horas ele tentou tirar os capetas do gato, mas nada adiantou e ele foi embora.
Eram dez horas da noite, a casa estava cheia de gente para ver o gato, todos davam palpite para ajudar o gato, ate que uma vizinha disse o seguinte:
- para esse gato melhorar você tem que tirar as pessoas daqui, ar leite morno para esse gato e fazer ele dormir, que amanha ele ta bom. E foi isso que a minha tia fez e deu certo, no outro dia o gato estava normal de novo (claro passo o efeito da erva) e depois dessa confusão nos nunca mais demos erva de gato para o Geremias.

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Historia do elevador


Estava no apartamento do Carlos fazendo um trabalho de escola, estávamos fazendo uma maquete de isopor, ate quando a matéria (o isopor ) prima acabou, daí decidimos ir ate a lojinha da esquina para comprar mais isopor para acabar a maquete, fomos ao elevador e esperamos ele chegar em nosso andar (que era o 15°), entramos no elevador e descemos ate 12° andar onde ele parou, quando a porta se abriu, nos percebemos que havíamos nos metido numa furada já que o Dug entrou no elevador. Não que a gente tivéssemos algo contra ele, mas era que o cara era bem tontão, dizem que ele ficou assim depois de ingerir todo tipo de droga por mais de cinco anos, ele estava num estado tão deplorável que ele nem conseguia amarrar os cardaços do sapado, mas esse não era o problema, o problema era que ele enchia muito o saco com brincadeiras bestas e retardadas, com as piadas sem graças que ele contava e com os famosos abraços de urso que ele costumava dar nas pessoas (e como ele não era um amante do banho, os abraços dele deixavam as pessoas meio desconfortáveis). Ele entrou no elevador, olhou para nos e disse apenas “oi pro seis!!!!”, as portas se fecharam e o elevador começou a descer, daí entre o 7° e o 6° andar o elevador deu um grande estrondo e parou, assim do nada(era a segunda vez só naquela semana que ele tinha quebrado), sem muito oque fazer nos apertamos os botões de emergência do elevador e ficamos esperando ajuda. Foi passando o tempo e ninguém falava nada (eu e Carlos estávamos com medo de que o Dug se soltasse e começasse a fazer as suas brincadeiras sem graça), um olhava apenas para a cara do outro, depois de quase uma hora o Dug resolveu quebrar o gelo com um piada:
- vocês sabem o que aconteceu com o pintinho que não tinha cu????
- Não!!! Oque aconteceu?
- Ele soltou um pum e explodiu!!!! Hahahauuuhahauha!!!!!
Depois que ele contou a primeira piada sem graça ele não parou mais, foi a piada dos argentinos no Uruguai, depois a piada da Mônica e do Cebolinha, a do pontinho roxo em cima da baleia etc...
Passado um tempo, ele cansou de contar piada e ficou quietinho num canto, demos graças a Deus que ele tinha ficado quietinho, ate que escutamos um barulho muito alto de peido, mas não foi qualquer barulho, foi o mais alto e mais nojento que eu já tinha ouvido em minha vida, era uma mistura de calça rasgando com o barulho de escapamento de carro velho, mas o pior foi o cheiro que infestou aquele elevador, foi a coisa mais fedida que eu já senti em minha vida e para piorar os meus olhos começaram a arder com aquele gás que infestou o elevador, sinceramente eu estava prestes pular na garganta do Carlos para esgana-lo já que ele que tinha esse costume porco de fazer essas coisas em publico, mas eu só não fiz isso porque o Dug gritou muito alto:
- FUI EUUUU!!!! HAHAAHUUUAAUHUAAAA!!!! FUI EU QUE PEIDEI HAHAHAUAAAA!!!!!
- (com um olhar de fúria eu olhei para ele e disse) seu porco!!! sua mãe não te deu educação seu porco, tem que chamar alguém para levar sua alma porque seu corpo já ta podre...
- heheheeee você é engraçado haahahaha, eu to podre hahahaahahaha, mas ainda bem que vocês estão aqui de testemunha que eu soltei um super peido hahauhauhau.
Daí ligamos o exaustor do elevador e por um grande alivio, aquele cheiro ruim passou, foi quando o dug falou “ que pena que passou”, daí o Carlos sendo sarcástico disse:
- É verdade neh!!! que pena!!!!
- Mas não tem problema eu faço outro!!!!
- Seu filho da mãe!!! se você saltar outra coisa dessa eu infio esse elevador em sua bun***(gritou o Carlos)
- Se você não queria que eu peidasse era só pedir, agora que eu vou fazer questão de peidar mesmo.
Por mais incrível que pareça, o cara conseguiu soltar outro mais barulhento e mais fedido do que o anterior, esse foi tão forte que nem o exaustor de conta daquele fedor, mas o pior mesmo foi o ardor que eu senti em meus olhos, parecia que alguém estava esfregando pimenta em meus olhos. Depois daquela demonstração de falta de educação do Dug, Carlos e eu decidimos arranjar um jeito de sair logo daquele elevador antes que o Dug ficasse inspirado a soltar outro daqueles, procuramos por todo o elevador para achar uma saída e ate tentamos abrir a porta para mas ela nem se mexeu, a única maneira que encontramos de sair dali foi pelo alçapão do elevador, o Carlos fez escadinha e me levantou para que eu pudesse abrir o alçapão, depois que consegui abrir o alçapão eu passei pelo alçapão e fiquei na parte de cima do elevador, depois eu dei a mão para o Carlos e o ajudei a subir em cima do elevador, aquele lugar era meio assustador e sujo mas era melhor do que ficar dentro do elevador com aquele peidorrero, daí nos pegamos e com muito esforço abrimos a porta de acesso ao 7º andar, quando estávamos prestes a sair o Dug gritou de la de dentro:
- “ eu também quero irrrr!!!!”
- não Dug você vai ficar com a parte mais importante, você vai ficar e cuidar do elevador enquanto a gente vai buscar ajuda!!!!(respondeu o Carlos)
- a parte mais importante???? Ah então eu fico ahahahah!!!! Deixamos o pobre coitado lá e descemos pela escada ate o térreo, falamos com o seu Valdir (o porteiro) que não tinha reparado que a luz de socorro do elevador estava acesa, daí ele pediu desculpa pela distração e disse que ele já iria ligar para os técnicos virem e tirarem o pobre coitado do Dug do elevador. Nos sem nada para fazer fomos ate a lojinha da esquina, compramos o material necessário para terminar o trabalho, voltamos para a casa do Carlos e terminamos o trabalho. Quando eu fiquei sabendo que o Dug ficou mais de cinco horas trancado depois que a gente saiu, ate fiquei com pena dele mas depois que eu o encontrei no dia seguinte e escutar oque ele disse “- que pena que vocês não ficaram lá, vocês perderam cada rojão que eu soltei, uns eram ate dignos de ir para o livro dos recordes”, a pena que eu estava sentindo dele logo passou!

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